Sophia – Quer ser a Emília
Sophia cantando 1, 2, 3 os backyardigans
Sophia dançando eu quero tchu, eu quero tcha no Shopping da Ilha
Sophia – Ai se eu te pego, Eu quero tchu, eu quero tcha e Dança Kuduro (Megamix)
Sophia – Dança Kuduro (Shopping da Ilha)
Sophia – Eu quero tchu, eu quero tcha (Shopping da Ilha)
Sophia – Ai se eu te pego (Shopping da Ilha)
Fone da Bose faz sumir ruídos externos
Se você está a procura de fones de ouvido novos, e dinheiro não é problema, com certeza deveria experimentar o Bose QuietComfort 15. Leve, confortável e com qualidade de áudio muito boa, estes headphones são difíceis de se equiparar, em especial no limitado mercado brasileiro. O fone possui cancelamento eletrônico de ruído, o qual é alimentado por uma pilha AAA e que, nos testes do INFOlab, combateu grande parte dos sons externos. Tudo seria um mar de rosas, não fosse seu exorbitante preço de 1.890 reais. Um fator que também desagradou foi o QC15 não funcionar na ausência de baterias. O formato das conchas deste Bose envolve as orelhas por completo.
A construção do Quiet Comfort 15, que é sucessor do QuietComfort 2s, é bastante robusta – apesar de sua massa de apenas 201 gramas. O material predominante em que é feito é plástico, mas passa a sensação de que vai durar alguns anos. O revestimento das conchas aparenta ser de couro sintético e possui um tato bastante agradável. Um fato interessante neste fone é que seu cabo, conectado à concha esquerda, é removível para o tempo em que ele não estiver em uso – ou durante seu transporte, no estojo incluído. O fio do QC15 também pode ser trocado por um que possui microfone, permitindo uso pleno com smartphones. Um adaptador para ligar ao sistema de entretenimento de aviões vem no pacote.
Apesar de confortável, mantendo as orelhas totalmente envoltas pelas conchas sem muita pressão, a portabilidade do QuietComfort 15 é questionável. O fone é leve e bonito, mas não é ideal para se carregar no transporte público de uma capital brasileira – sua aparência acusa, de pronto, um produto bastante valioso. Além disso, a própria estampa da marca Bose é outra característica que pode conspirar a favor de um assalto.
O sistema de cancelamento de ruído é o grande diferencial deste Bose. Segundo a fabricante, sua tecnologia de redução de sons externos atingiu seu ápice no QuietComfort 15. Assim como nos outros mecanismos ativos de sons indesejados, ela consiste, basicamente, em microfones que captam características das ondas sonoras do ambiente somados a altofalantes os quais, por sua vez, geram outras ondas, capazes de interferir destrutivamente nas primeiras. O resultado desejado é o silêncio total – e o QC15 chega perto disso. Ligado e sem música, o fone fez desaparecer o ruído das incontáveis ventoinhas presentes no INFOlab, junto do barulho de uma avenida muito movimentada. Tocando nossas MP3, direto do computador, nos sentimos em uma atmosfera totalmente alheia ao ambiente de trabalho.
Por mais que o isolamento gerado pelo QuietComfort 15 tenha sido o melhor já testado no INFOlab, ele também possui defeitos. Quando elevamos o volume a um nível realmente alto, o fone ora distorceu o som, ora simplesmente parou de produzi-lo. Além disso, não é possível ouvir música com o QC15 sem redução eletrônica de ruído, capacidade comum entre fones de ouvido do tipo. Em outras palavras, quando não há pilha, não há som. É importante lembrar que qualquer sistema de cancelamento eletrônico de ruído é voltado para barulhos constantes. Em outras palavras, o mecanismo vai matar o barulho de um motor, mas não uma conversa próxima.
A qualidade do áudio deste Bose é realmente muito boa. O alcance do grave é excelente, renderizando as faixas de frequência mais baixas com tranquilidade. Os agudos, por sua vez, não atingem o mesmo grau de precisão de fones de monitoração, soando um tanto ríspidos nos pratos da bateria e sons acima dos 10 KHz de frequência. A faixa mediana, ainda que tenha menor volume que as duas outras, é boa o suficiente para música baseada em vocais, com grande quantidade de detalhes perceptíveis. O “palco sonoro”, do QuietComfort 15, ou seja, a noção espacial gerada através do áudio estéreo, é relativamente amplo para um fone de ouvido de concha fechada.
O público-alvo da Bose é bastante excludente – independentemente de considerarmos isso uma qualidade ou um defeito. Basta verificar, no site da fabricante, que o marketing do QuietComfort 15 é feito em torno de viagens de avião. Não se paga apenas pela qualidade, mas também pela marca: entrando em comunidades de audiofilia na internet, a companhia é frequentemente referida como sinônimo de baixa relação custo-benefício – e até alvo de sátira. É bom lembrar que, mesmo nos EUA, o valor destes fones é demasiado alto: na faixa de preço dos 300 dólares, é possível adquirir equipamento profissional focado na fidelidade do áudio, como o AKG K701 ou o Ultrasone PRO 750. De qualquer modo, o QC15 é um fone fora do comum, tanto pela qualidade quanto pelo preço.
Fonte: http://info.abril.com.br/reviews/hardware/acessorios/bose-quietcomfort-15.shtml
Google Street View chega a São Luís
Flagrei na tarde desta quarta-feira, dia 9, no bairro da Areinha, um dos carros da empresa Google que desenvolve o serviço do Google Street View, que é um recurso do Google Maps e do Google Earth que disponibiliza vistas panorâmicas de 360° na horizontal e 290° na vertical e permite que os usuários vejam partes de algumas regiões do mundo ao nível do chão.
O serviço lançado em 25 de agosto de 2007, apenas 5 cidades americanas haviam sido incluídas. Desde então já se expandiu para milhares de localizações em alguns países como Estados Unidos, França, Austrália, Japão, Portugal e agora aqui no Brasil e em nossa São Luís.
O Google Street View mostra fotos tiradas por uma frota de veículos do modelo Chevrolet Cobalt nos Estados Unidos, Opel Astra na Europa e Austrália, Toyota Prius no Japão, no Brasil são usados Fiat Stilo e Chevrolet Captiva.
Em áreas de pedestres, ruas estreitas e outros lugares que não podem ser acessados por carros são usadas as Google Bikes. As imagens podem ser navegadas usando tanto pelo mouse, quanto o teclado. Com esses dispositivos as fotos podem ser vistas em diferentes tamanhos, a partir de qualquer direção e de diversos ângulos. As linhas que surgem na rua que está sendo ou está a ser exibida indicam a direção seguida pelo carro com a câmera do Street View.
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